Salpa: o Parente Que Saiu da Pedra e Voltou a Nadar
A salpa é um barril de gelatina do grupo de animais vivos mais próximo dos vertebrados — e descende de bichos presos a rochas. Ao largar a pedra e voltar a nadar, reescreveu o próprio embrião: sem larva, sem gástrula definida, com células da mãe dentro dele.
Capítulos
- 0:00 Este barril é seu parente
- 0:50 Uma correção do episódio passado
- 1:27 Quem é o parente mais próximo
- 1:59 De onde vem este vídeo
- 3:14 Um barril que nada a jato
- 4:54 A rede de muco
- 6:52 Duas formas de uma mesma vida
- 7:56 Mais de 10% de crescimento por hora
- 9:09 Enxames e quem os come
- 9:48 De onde ela vem: a pedra
- 10:51 O embrião sem roteiro
- 11:56 As células da mãe
- 13:26 Krill contra salpa
- 14:44 Para onde vai o carbono
- 15:54 A floração chega ao fundo
- 16:42 O barril vira berçário
- 17:21 O que esta câmera não mostra
- 19:02 O próximo: o pirossomo
Transcrição
Este barril é seu parente 0:00
Este barril de gelatina é seu parente. Ele não tem espinha, não tem cabeça, não tem osso. Mas é do grupo de animais vivos mais próximo de tudo que tem espinha. Os antepassados dele passavam a vida colados numa pedra. Ele largou a pedra e voltou a nadar. E uma espécie da família cresce mais de dez por cento por hora.
No fim deste episódio, você vai saber o que essa mudança fez com o embrião dele. Vai ver uma disputa que ainda não terminou, entre a salpa e o krill do Oceano Austral. E vai ver onde uma floração de salpas termina: a quatro mil metros de profundidade, cobrindo noventa e oito por cento do fundo que uma câmera vigiava.
Uma correção do episódio passado 0:50
Antes de tudo, uma correção. No fim do episódio passado, eu disse que a salpa é, do plâncton inteiro, o parente mais próximo de você. Isso foi um exagero. Parentesco não funciona como fila. A salpa é um tunicado, e a apendiculária do episódio onze também. As duas estão à mesma distância evolutiva de você. E o Cyclothone, do episódio doze, é um peixe. Esse é vertebrado, como você.
Quem é o parente mais próximo 1:27
O que vale é o seguinte. Os cordados são três grupos: os vertebrados, os cefalocordados, como o anfioxo, e os tunicados. Os livros diziam que o anfioxo era o parente mais próximo dos vertebrados. Em dois mil e seis, um estudo com cento e quarenta e seis genes de catorze animais mostrou o contrário. Os tunicados é que são. Tunicado é a apendiculária, é a salpa, e é a ascídia, aquela que fica presa na rocha.
De onde vem este vídeo 1:59
O vídeo deste episódio vem de três mergulhos da mesma expedição da NOAA. O principal é o mergulho onze da EX mil setecentos e oito, a expedição dos montes submarinos Musicians, no Pacífico Norte, em setembro de dois mil e dezessete. Foi o primeiro mergulho do navio Okeanos Explorer dedicado só à coluna d'água, com passagens entre trezentos e mil metros. O resto vem dos mergulhos dezesseis e dezessete, os dos episódios anteriores, onde o onze é água vazia.
E o assunto deste mergulho é a vida em barril. A equipe do navio escreveu salpa, ao vivo, em onze trechos de cinco minutos da câmera do veículo. Escreveu doliolídeo em dez. Escreveu pirossomo em cinco. Num trecho a quatrocentos metros, a anotação diz: salpa e Vibilia. Vibilia é um crustáceo anfípode.
Salpa, doliolídeo e pirossomo são as três ordens dos taliáceos. Todas formam colônias no plâncton, com ciclos de vida complicados. A salpa é a que este episódio acompanha de perto. As outras duas aparecem no caminho.
Um barril que nada a jato 3:14
Uma salpa é um barril. Um corpo oco de gelatina transparente, com uma abertura em cada ponta. Uma puxa a água, a outra solta. Quando o corpo se contrai, a água sai por trás, e o animal anda para a frente. É propulsão a jato.
Em dois mil e dez, dois pesquisadores acompanharam salpas no mar, com corante e câmera, e mediram o jato. Concluíram que elas se movem por anéis de vórtice: cada contração solta um anel de água que empurra o bicho. A espécie mais lenta que mediram, a Pegea, aproveita cinquenta e cinco por cento da energia do jato para avançar.
Mediram três espécies. A mais lenta, a Pegea, foi a mais eficiente: cinquenta e cinco por cento. A mais rápida, a Weelia, ficou no meio, com cinquenta e dois. E a Cyclosalpa, também lenta, foi a menos eficiente: quarenta e sete. Velocidade e eficiência não andam juntas, e o artigo sugere que a Cyclosalpa pode compensar isso com uma necessidade de energia muito baixa.
Sozinha, a salpa dá um jato por vez. Em cadeia, cada indivíduo dá o seu, sem combinar com o vizinho. Em dois mil e dezessete, dois pesquisadores mostraram que essa falta de coordenação é uma vantagem. A velocidade da cadeia fica mais lisa, sem solavanco, e o arrasto cai. Nas espécies que filmaram, em laboratório e no mar, os indivíduos nadavam cada um no seu ritmo.
A rede de muco 4:54
O mesmo barril que nada também come. Dentro dele fica uma rede de muco, tão fina que o fio mede um décimo de mícron. A malha tem um vírgula quatro mícron. Por indivíduo, a salpa filtra mais água do que qualquer outro filtrador do zooplâncton. Em dois mil e dez, um estudo mediu essa rede.
O resultado contraria a ideia de peneira. Pela conta do estudo, as partículas menores que a malha são encontradas em taxa maior, porque são muito mais numerosas. Experimentos com bolinhas de plástico de meio, um e três mícrons confirmaram. As partículas abaixo de um vírgula quatro mícron, sozinhas, bastam para sustentar a salpa. Bactéria e cianobactéria, como o Prochlorococcus.
Nessa escala a água não corre, ela escorre. O número de Reynolds do processo é da ordem de um milésimo, onde a viscosidade manda mais que a inércia. É uma peneira que trabalha em câmera lenta, e por isso pega o que uma peneira de malha comum deixaria passar.
Aqui o barril se liga ao fundo do mar. Partículas menores que um mícron, que sozinhas ficariam boiando, saem da salpa empacotadas em pelotas fecais que afundam rápido. Os autores concluíram que os tunicados de mar aberto podem mudar a distribuição de tamanho das partículas e aumentar o fluxo para baixo. Guarde essa frase. Ela vai ser corrigida mais adiante.
Em mil novecentos e oitenta e dois, dois pesquisadores compararam os tunicados de mar aberto com os outros herbívoros do plâncton. Os tunicados comem mais, retêm melhor a comida do tamanho de bactéria e têm gerações muito mais curtas. Salpa, doliolídeo e apendiculária, no mesmo pacote de adaptações.
Duas formas de uma mesma vida 6:52
A vida de uma salpa tem duas formas. A primeira é solitária: o oozoide, que nasce de um ovo fecundado. Sem sexo nenhum, ele produz uma cadeia de clones, os blastozoides, presos lado a lado. Cada elo da cadeia carrega dentro de si o embrião do próximo oozoide. As duas formas se alternam, geração após geração.
A salpa é vivípara, e tem placenta. O embrião cresce no corpo do elo que o carrega, alimentado por ele. E nasce direto no formato de adulto, sem passar por larva. Uma ascídia tem larva de girino. A salpa não tem.
Os três primos nascem de três jeitos. O doliolídeo bota ovos e tem larva de girino. O pirossomo é ovovivíparo, com ovos grandes, cheios de gema. A salpa é vivípara e não tem larva. Um mesmo grupo, três formas de começar a vida.
Mais de 10% de crescimento por hora 7:56
Em mil novecentos e setenta e dois, o pesquisador Heron mediu uma espécie, a Thalia democratica, no laboratório e no mar. Ela manteve um crescimento de mais de dez por cento em comprimento por hora, durante boa parte da vida. Passava pelas duas gerações em no mínimo dois dias. E, com pouca comida ou água mais fria, o ciclo se alongava para mais de duas semanas.
Dez por cento por hora, composto, é uma conta que assusta. Em seis horas, o animal fica setenta e sete por cento maior. Em doze, mais de três vezes o comprimento. Em um dia, quase dez vezes, se a taxa se mantivesse. Heron só diz que ela se mantém em boa parte do ciclo, não no ciclo inteiro. Mesmo assim, o artigo o descreve como um dos animais de crescimento mais rápido que se conhece.
Heron atribui a velocidade a várias adaptações especializadas. Duas ele nomeia: a nutrição materna e o parto vivíparo. É a placenta e o parto vivíparo de que falei antes, agora ligados à velocidade.
Enxames e quem os come 9:09
Com esse ritmo, a salpa forma enxames. Por muito tempo se disse que gelatina não importa: difícil de amostrar, e um corpo que parece não alimentar ninguém. Uma revisão de dois mil e dezesseis juntou a evidência contrária. Há pelo menos duzentas e duas espécies que comem salpa, entre peixes, tartarugas e crustáceos.
A revisão concluiu também que as salpas têm um papel importante no sequestro de carbono. E terminou com uma advertência: o futuro delas no Antropoceno é incerto. É essa incerteza que o resto deste episódio vai medir.
De onde ela vem: a pedra 9:48
Agora, de onde ela vem. Uma ascídia tem duas vidas. A larva nada por pouco tempo, gruda numa superfície e vira um adulto fixo, pelo resto da vida. É o tunicado que ficou. Apendiculária e salpa são os que ficaram no plâncton a vida inteira.
As árvores genealógicas mais recentes colocam as salpas dentro das ascídias. Os taliáceos, que são salpas, doliolídeos e pirossomos, formam um ramo que nasceu de dentro delas. Uma estimativa de dois mil e dezoito data a separação entre os taliáceos e as ordens vizinhas em cerca de trezentos milhões de anos atrás.
Um comentário publicado em março de dois mil e vinte e seis resumiu isso num título: taliáceos, irmãos dos vertebrados, recuperaram a mobilidade da vida inteira. A salpa não é um bicho que sempre nadou. É um bicho que largou a pedra.
O embrião sem roteiro 10:51
Numa ascídia, o desenvolvimento do embrião segue um roteiro rígido. As primeiras divisões seguem o mesmo padrão, na mesma ordem, de um embrião para outro. O resultado é uma larva com o corpo típico de um cordado. Os biólogos chamam isso de desenvolvimento determinado.
Na salpa, o roteiro se desfez. Não há larva. E ela está entre os poucos animais que não mostram uma gástrula, nem uma nêurula, claramente definidas. O título do estudo mais novo usa uma palavra forte para isso: desenvolvimento rebelde.
Uma hipótese, dos pesquisadores Piette e Lemaire: quando os taliáceos passaram a viver no mar aberto, a pressão para manter uma larva nadadora afrouxou. Sem a larva para sustentar, o roteiro rígido do embrião deixou de ser obrigatório. É uma hipótese, e os autores do estudo mais novo a tratam assim.
As células da mãe 11:56
O que existe no lugar do roteiro é uma célula estranha. O calimócito é uma célula da mãe, não do embrião. Ela invade o embrião em formação, continua se dividindo lá dentro e separa fisicamente grupos de células do filho. Numa salpa, a palavra embrião inclui as duas populações: as células do filho e as da mãe.
Em março de dois mil e vinte e seis, uma equipe de Villefranche-sur-Mer, na França, reconstruiu em três dimensões o embrião de duas espécies distantes: Salpa fusiformis e Thalia democratica. Dentro de cada espécie, as divisões seguem sempre o mesmo padrão. Entre as duas, o padrão e a posição das células mudam.
Depois, as células da mãe desaparecem. A morte celular programada elimina os calimócitos à medida que o novo indivíduo se forma. E, antes de sumir, elas ligam dois genes, Otx e Rar, que nas ascídias trabalham no embrião. Parte do programa de montar um corpo parece emprestada pela mãe.
Dois cuidados. São resultados de duas espécies, e os autores os apresentam como uma base, não como uma resposta. A embriologia dos taliáceos é, nas palavras deles, o último grupo de cordados que ainda não tem descrição fundamental. Um parente seu ainda tem o embrião por descrever.
Krill contra salpa 13:26
Agora, o que acontece quando o ritmo da salpa encontra o do krill. No Oceano Austral, os dois grandes herbívoros são o krill e a salpa Salpa thompsoni. O krill sustenta pescarias comerciais. A salpa vive nas regiões mais pobres, e tolera água mais quente do que ele.
Em dois mil e quatro, um estudo juntou todas as amostras de rede disponíveis, de mil novecentos e vinte e seis a dois mil e três. No setor do Atlântico Sudoeste, que tem mais da metade do krill do Oceano Austral, a densidade dele caiu desde os anos setenta. No verão, a densidade acompanhava a extensão do gelo do inverno anterior. E, conforme o krill diminuía, as salpas pareciam aumentar na parte sul da faixa delas.
A conclusão foi contestada. Em dois mil e dezoito, outro grupo reanalisou os dados e escreveu que não havia evidência de queda entre mil novecentos e setenta e seis e dois mil e dezesseis. Um grupo que inclui autores do estudo de dois mil e quatro respondeu que a evidência de queda continua de pé. Em dois mil e dezenove, o grupo deles publicou que o krill se concentrou para o sul, com queda forte no limite norte.
Para onde vai o carbono 14:44
Se a salpa ocupasse o lugar do krill, o que muda para o carbono? Em dois mil e vinte e um, um estudo na Península Antártica comparou as pelotas fecais dos dois. A salpa produz quatro vezes mais carbono em pelotas que o krill. Mas, a trezentos metros, as pelotas dos dois contribuem com o mesmo tanto para o fluxo de carbono.
O motivo é a fragmentação. Setenta e dois por cento das pelotas de krill chegam a trezentos metros. Oitenta por cento das de salpa ficam retidas na camada de mistura, porque se quebram. Os autores concluem que menos krill pode significar menos fluxo de carbono.
Um estudo de dois mil e dezessete, num grande enxame de salpas no Oceano Austral, achou uma conta parecida. As pelotas afundam muito rápido enquanto estão inteiras. Mas só cerca de um terço do que foi produzido apareceu numa armadilha a cem metros, e cerca de treze por cento a trezentos. Pelotas soltas e quebradas afundam três vezes mais devagar.
A floração chega ao fundo 15:54
Mas, quando o enxame é grande demais, ele chega ao fundo. Na primavera de dois mil e doze, uma floração de Salpa no Pacífico Nordeste despejou túnicas e pelotas fecais no fundo, a quatro mil metros, durante seis meses. Em março, apareceu a primeira gelatina nas fotos do fundo. No fim de junho, ela cobria noventa e oito por cento do que a câmera via.
O fluxo de carbono chegou a trinta e oito miligramas por metro quadrado por dia, em meados de abril, a três mil e quatrocentos metros. O consumo de oxigênio do sedimento subiu junto, até trinta e um, em junho. O fundo estava respirando a floração.
O barril vira berçário 16:42
E o barril da salpa ainda serve depois que a salpa se vai. O anfípode Phronima fabrica a casa dele a partir do corpo de salpas, doliolídeos e pirossomos. O MBARI descreve o método: ele agarra a salpa com as garras, arranca os tecidos moles de dentro e carrega a carcaça como abrigo.
A fêmea solta os filhotes dentro do barril. Os recém-nascidos se alimentam dos tecidos que sobraram. O bicho chega a quatro centímetros e vive de superfície até seiscentos metros. Um barril de gelatina que nadava vira berçário de crustáceo.
O que esta câmera não mostra 17:21
E vale dizer o que esta câmera faz e não faz. O vídeo tem seiscentos e quarenta por trezentos e sessenta pixels, e quase sempre mostra água aberta com neve marinha. Uma salpa aparece parada, ou de passagem, e muitas vezes fora de foco. Não mostra placenta, não mostra calimócito, não mostra muco. Isso vem dos artigos na descrição. Quando a fala diz salpa, ela está lendo o que a equipe anotou naquele trecho.
E vale juntar as peças deste canal. O sifonóforo, no episódio dez. A apendiculária, no onze, que também é tunicado. O Cyclothone, no doze, que é vertebrado. O Solmissus, no treze. O verme-flecha, no catorze. O radiolário, que nem é animal, no quinze. O ctenóforo, o primeiro ramo de todos os outros animais, no dezesseis. E agora a salpa, do ramo que deu em você, nadando na mesma água.
A conta final deste episódio. Um barril que nada por anéis de vórtice, e uma cadeia que nada sem sincronia. Uma rede de muco com fio de um décimo de mícron. Mais de dez por cento de crescimento por hora. Um embrião sem gástrula, com células da mãe dentro. Cerca de trezentos milhões de anos desde que a linhagem deixou a pedra. E noventa e oito por cento de um fundo de quatro mil metros coberto por uma floração.
O próximo: o pirossomo 19:02
A salpa fecha o episódio. O próximo vai para o pirossomo, o corpo de fogo: milhares de indivíduos num tubo só, que produz a própria luz. Em dois mil e dezessete, uma floração dele, sem precedente, chegou a mais de sessenta mil quilos por quilômetro cúbico nas redes ao largo do Oregon. É o outro ramo dos taliáceos, na mesma água.
Descrição e fontes
Em 2006, um estudo com 146 genes de 14 animais mostrou que os tunicados — apendiculárias, salpas e ascídias —, e não o anfioxo, são os parentes vivos mais próximos dos vertebrados (Delsuc et al., Nature). As árvores mais recentes colocam as salpas dentro das ascídias sésseis, com separação há cerca de 300 milhões de anos: o bicho que hoje nada em enxames descende de animais fixos numa superfície. E o embrião acompanhou: sem larva, sem gástrula nem nêurula claramente definidas, e com células da mãe, os calimócitos, dentro dele (Lebel et al., PLoS Biology, 2026).
A salpa nada a jato por anéis de vórtice (Sutherland & Madin, 2010), filtra com uma rede de muco de fio de 0,1 µm (Sutherland et al., PNAS, 2010) e uma espécie mantém mais de 10% de crescimento em comprimento por hora (Heron, 1972). O efeito no carbono é mais estreito que a história simples: 80% das pelotas ficam na camada de mistura (Pauli et al., 2021), mas uma floração de 2012 cobriu 98% do fundo a 4.000 m (Smith et al., 2014). A disputa entre krill e salpa continua aberta.
Filmado no mergulho 11 da expedição EX1708 da NOAA, o primeiro do navio dedicado só à coluna d'água, com trechos dos mergulhos 16 e 17.
FONTES
- Delsuc F et al. (2006). Nature 439:965-968.
- Delsuc F et al. (2018). BMC Biology 16:39.
- Lebel M, Alié A, Lemaire P & Tiozzo S (2026). PLoS Biology 24(3):e3003636.
- Sasakura Y (2026). PLoS Biology 24(3):e3003674.
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- Sutherland KR & Madin LP (2010). J. Exp. Biol. 213:2967-2975.
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- Sutherland KR, Madin LP & Stocker R (2010). PNAS 107:15129-15134.
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- Iversen MH et al. (2017). Deep-Sea Research II 138:116-125.
- Smith KL Jr et al. (2014). Limnology and Oceanography 59:745-757.
- Laval P (1978). J. Exp. Mar. Biol. Ecol. 33:187-211.
- MBARI. Barrel amphipod, Phronima sedentaria.
- Lilly LE et al. (2023). Limnol. Oceanogr. Lett. 8:812-829.
- Brodeur RD et al. (2018). PICES Press 26(1):22-27.
- NOAA Ocean Exploration. EX1708, mergulhos 11, 16 e 17 (Musicians Seamounts, 2017).
Todo o vídeo de mergulho é do acervo público da NOAA Ocean Exploration (domínio público). A profundidade de cada segmento aparece em tela, lida do metadado; a expedição e os mergulhos estão nas fontes abaixo.
Os diagramas são desenhados em código, com os números das fontes abaixo. Nenhuma imagem deste vídeo foi gerada por IA.
A narração usa voz sintetizada, e isso está declarado no upload.